Como estruturar prompts para automações no Claude Code
A diferença entre um prompt que funciona uma vez e um que funciona toda vez está na estrutura, não na sorte. Aqui está o formato que uso em automações reais.
Quando o objetivo é rodar o mesmo prompt várias vezes, dentro de um pipeline ou automação, ele precisa de contexto fixo, uma tarefa clara e um formato de saída previsível. Sem isso, cada execução vira uma loteria.
prompt.txt
# contexto Você recebe um relatório de tráfego em CSV. # tarefa Resuma as 3 métricas que mais mudaram na semana. # formato de saída Lista com no máximo 3 itens, sem introdução.
Repare que o prompt não pede "analise os dados" de forma genérica — ele diz exatamente o que entra, o que sai e em qual formato. Isso é o que permite reaproveitar o mesmo prompt em toda automação futura.
Dica: quando o prompt roda dentro de um script ou workflow, trate o formato de saída como um contrato. Se ele mudar, tudo que depende dele quebra junto.
Esse é só um recorte do conteúdo completo. O artigo real vai aprofundar em versionamento de prompts, como testar variações e como medir se uma mudança piorou o resultado.
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